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	<description>Renovação Carismática Católica</description>
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		<title>Amizade com Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 15:20:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por: Da Redação, com Rádio Vaticano
O jovem é como uma árvore que cresce: para se desenvolver bem precisa de raízes profundas que, em caso...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Da Redação, com Rádio Vaticano</p>
<p>O jovem é como uma árvore que cresce: para se desenvolver bem precisa de raízes profundas que, em caso de tempestades de vento, o mantenham bem firme</p>
<p>Após a Missa celebrada em Carpineto Romano, cidade natal do Papa Leão XVI, Bento XVI recitou a oração do Ângelus com os peregrinos reunidos no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo.</p>
<p>O Santo Padre apresentou brevemente sua mensagem dirigida aos jovens do mundo inteiro para a XXVI Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que acontecerá em Madri, na Espanha, em agosto do próximo ano.<br />
O tema escolhido para esta mensagem retoma uma expressão da Carta aos Colossenses do apóstolo Paulo: “enraizados e edificados n’Ele, tornando-vos firmes na fé&#8221;. Decididamente – salientou o Papa – uma proposta contra-corrente. De fato, perguntou o Papa, &#8220;quem é que hoje propõe aos jovens de serem enraizados e firmes?&#8221;</p>
<p>&#8220;Exalta-se sobretudo a incerteza, a mobilidade, a volubilidade…aspetos que refletem uma cultura indecisa acerca dos valores profundos, aos princípios na base dos quais orientar e regular a própria vida&#8221;, disse o Papa</p>
<p>&#8220;O jovem é como uma árvore que cresce: para se desenvolver bem precisa de raízes profundas que, em caso de tempestades de vento, o mantenham bem firme no terreno. Assim, também a imagem do edifício em construção faz presente a exigência de fundamentos validos para que a casa seja sólida e segura&#8221;, destacou.</p>
<p>Em seguida, refletindo sobre o ponto central da mensagem aos jovens, o Santo Padre disse que &#8220;o amadurecimento pleno da pessoa, a sua estabilidade interior, têm o fundamento na relação com Deus, relação que passa através do encontro com Jesus Cristo. Uma relação de confiança profunda, de autêntica amizade com Jesus é capaz de dar a um jovem aquilo de que precisa para enfrentar bem a vida: serenidade e luz interior, aptidão para pensar positivamente, generosidade em relação aos outros, disponibilidade para o bem, para a justiça e a verdade&#8221;.</p>
<p>O Papa disse ainda que &#8220;para se tornar crente, o jovem é sustentado pela fé da Igreja; se nenhuma pessoa é uma ilha, menos ainda o é o cristão, que descobre na Igreja a beleza da fé partilhada e testemunhada juntamente com os outros na fraternidade e no serviço da caridade&#8221;.</p>
<p>E concluiu pedindo que à &#8220;Virgem Maria que acompanhe com a sua proteção o caminho das comunidades e dos grupos juvenis para o grande encontro de Madri em 2011&#8243;.</p>
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		<title>Promover a Pastoral Vocacional</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 15:09:33 +0000</pubDate>
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Clicando no link abaixo você confere a mensagem na íntregra.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: cnbb.org.br</p>
<p>Clicando no link abaixo você confere a mensagem na íntregra.<br />
<a href="http://cnbb.org.br/site/images/stories/arquivos/MENSAGEM_DO_CARDEAL.pdf">http://cnbb.org.br/site/images/stories/arquivos/MENSAGEM_DO_CARDEAL.pdf</a></p>
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		<title>Mensagem de Bento XVI</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Bollettino della Sala Stampa della Santa Sede
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&#8220;Enraizados e edificados em Cristo,firmes na fé&#8221; (Col 2, 7)
Queridos amigos,
penso com frequência na...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Bollettino della Sala Stampa della Santa Sede<br />
<a href="http://agenciacatolica.com.br/noticias/wp-content/uploads/2010/09/jornada.jpg">http://agenciacatolica.com.br/noticias/wp-content/uploads/2010/09/jornada.jpg</a></p>
<p>&#8220;Enraizados e edificados em Cristo,firmes na fé&#8221; (Col 2, 7)<br />
Queridos amigos,</p>
<p>penso com frequência na Jornada Mundial da Juventude de Sidney, em 2008. Ali, vivemos uma grande festa da fé, na qual o Espírito de Deus agiu com força, criando uma intensa comunhão entre os participantes, vindos de todas as partes do mundo. Aquele encontro, como os precedentes, produziu frutos abundantes na vida de muitos jovens e de toda a Igreja. Nosso olhar dirige-se agora para a próxima Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá em Madri, no mês de agosto de 2011. Já em 1989, alguns meses antes da histórica queda do Muro de Berlim, a peregrinação dos jovens fez uma parada na Espanha, em Santiago de Compostela. Agora, no momento em que a Europa tem que voltar a encontrar suas raízes cristãs, fixamos nosso encontro em Madri, com o lema: &#8220;Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé&#8221; (cf. Col 2, 7). Convido-vos a este evento tão importante para a Igreja na Europa e para a Igreja universal. Além disso, gostaria que todos os jovens, tanto os que compartilham nossa fé quanto os que hesitam, duvidam ou não creem, pudessem viver esta experiência, que pode ser decisiva para a vida: a experiência do Senhor Jesus ressuscitado e vivo, de seu amor por cada um de nós.<br />
1. Nas fontes de vossas maiores aspirações</p>
<p>Em cada época, também em nossos dias, numerosos jovens sentem o profundo desejo de que as relações interpessoais sejam vividas na verdade e na solidariedade. Muitos manifestam a aspiração de construir relações autênticas de amizade, de conhecer o verdadeiro amor, de fundar uma família unidade, de adquirir uma estabilidade pessoal e uma segurança real, que possam garantir um futuro sereno e feliz. Ao recordar minha juventude, vejo que, na verdade, a estabilidade e a segurança não são as questões que mais ocupam a mente dos jovens. Sim, a questão do lugar de trabalho, e com ela a de ter o futuro assegurado, é um problema grande e premente, mas ao mesmo tempo a juventude segue sendo a idade na qual se busca uma vida maior. Ao pensar em meus anos de então, simplesmente, não queríamos perder-nos na mediocridade da vida aburguesada. Queríamos o que era grande, novo. Queríamos encontrar a vida mesma em sua imensidão e beleza. Certamente, isso dependia também de nossa situação. Durante a ditadura nacional-socialista e a guerra, estivemos, por assim dizer, &#8220;encerrados&#8221; pelo poder dominante. Por isso, queríamos ir para fora, para entrar na abundância das possibilidades do ser homem. Mas creio que, em certo sentido, este impulso de ir mais além do habitual está em cada geração. Desejar algo mais que a cotidianidade regular de um emprego seguro e sentir o desejo do que é realmente grande faz parte do ser jovem. Trata-se somente de um sonho vazio que desaparece quando uma pessoa se torna adulta? Não, o homem, na verdade, está criado para o que é grande, para o infinito. Qualquer outra coisa é insuficiente. Santo Agostinho tinha razão: nosso coração está inquieto, até que não descanse em Ti. O desejo da vida maior é um sinal de que Ele nos criou, de que levamos sua &#8220;marca&#8221;. Deus é vida, e cada criatura tem a vida; de um modo único e especial, a pessoa humana, feita à imagem de Deus, aspira ao amor, à alegria e à paz. Então, compreendemos que é um contrassenso pretender eliminar a Deus para que o homem viva. Deus é a fonte da vida; eliminá-lo equivale a separar-se desta fonte e, inevitavelmente, privar-se da plenitude e da alegria: &#8220;sem o Criador, a criatura se dilui&#8221; (Concílio Ecumênico Vaticano II, Constituição Gaudium et Spes, 36). A cultura atual, em algumas partes do mundo, sobretudo no Ocidente, tende a excluir a Deus, ou a considerar a fé como um ato privado, sem nenhuma relevância na vida social. Embora o conjunto dos valores, que são o fundamento da sociedade, provenha do Evangelho – como o sentido da dignidade da pessoa, da solidariedade, do trabalho e da família -, constata-se uma espécie de &#8220;eclipse de Deus&#8221;, uma certa amnésia, mais ainda, uma verdadeira rejeição do cristianismo e uma negação do tesouro da fé recebida, com o risco de perder aquilo que mais profundamente nos caracteriza.</p>
<p>Por esse motivo, queridos amigos, convido-vos a intensificar vosso caminho de fé em Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Vós sois o futuro da sociedade e da Igreja. Como escrevia o apóstolo Paulo aos cristãos da cidade de Colossos, é vital ter raízes e bases sólidas. Isso é verdade, especialmente hoje, quando muitos não têm pontos de referência estáveis para construir sua vida, sentindo-se assim profundamente inseguros. O relativismo que se difundiu, e para o qual tudo dá no mesmo e não existe nenhuma verdade, nem um ponto de referência absoluto, não gera verdadeira liberdade, mas instabilidade, desajuste e um conformismo com as modas do momento. Vós, jovens, tendes o direito de receber das gerações que vos precedem pontos firmes para fazer vossas opções e construir vossa vida, do mesmo modo que uma planta necessita de um apoio sólido até que cresçam suas raízes, para se converter em uma árvore robusta, capaz de produzir fruto.<br />
2. Enraizados e edificados em Cristo</p>
<p>Para ressaltar a importância da fé na vida dos crentes, gostaria de deter-me em três termos que São Paulo utiliza em: &#8220;Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé&#8221; (cf. Col 2, 7). Aqui, podemos distinguir três imagens: &#8220;enraizado&#8221; evoca a árvore e as raízes que a alimentam; &#8220;edificado&#8221; refere-se à construção; &#8220;firme&#8221; alude ao crescimento da força física ou moral. Trata-se de imagens muito eloquentes. Antes de comentá-las, é preciso assinalar que no texto original as três expressões, desde o ponto de vista gramatical, estão no passivo: quer dizer, que é Cristo mesmo quem toma a iniciativa de enraizar, edificar e tornar firmes os crentes.</p>
<p>A primeira imagem é a da árvore, firmemente plantada no solo por meio de raízes, que lhe dão estabilidade e alimento. Sem as raízes, seria levada pelo vento, e morreria. Quais são nossas raízes? Naturalmente, os pais, a família e a cultura de nosso país são um componente muito importante de nossa identidade. A Bíblia mostra-nos outro mais. O profeta Jeremias escreve: &#8220;Bendito quem confia no Senhor e coloca no Senhor sua confiança. Será uma árvore planta junto á água, que junto às correntes lança suas raízes. Quando chega a estiagem, não a sentirá, sua folha estará verde; no ano da seca, não se inquieta, não deixa de dar fruto&#8221; (Jer 17, 7-8). Enraizar, para o profeta, significa voltar a colocar sua confiança em Deus. D&#8217;Ele vem nossa vida. Sem Ele, não poderíamos viver de verdade. &#8220;Deus nos deu a vida eterna e esta vida está em seu Filho&#8221; (1 Jo 5, 11). Jesus mesmo apresenta-se como nossa vida (cf. Jo 14, 6). Por isso, a fé cristã não é somente crer na verdade, mas, sobretudo, é uma relação pessoal com Jesus Cristo. O encontro com o Filho de Deus proporciona um dinamismo novo a toda a existência. Quando começamos a ter uma relação pessoal com Ele, Cristo revela-nos nossa identidade e, com sua amizade, a vida cresce e realiza-se em plenitude. Existe um momento na juventude em que cada um se pergunta: qual sentido tem minha vida, que finalidade, que rumo devo lhe dar? É uma fase fundamental que pode perturbar a mente, às vezes durante muito tempo. Pensa-se em qual será nosso trabalho, as relações sociais que devem se estabelecer, que afetos devem se desenvolver&#8230; Neste contexto, volto a pensar em minha juventude. De certo modo, logo percebi que o Senhor me queria sacerdote. Mas, mais adiante, depois da guerra, quando no seminário e na universidade me dirigia até essa meta, tive que reconquistar essa certeza. Tive que me perguntar: é esse, de verdade, meu caminho? É, de verdade, a vontade do Senhor para mim? Serei capaz de permanecer-lhe fiel e estar totalmente à disposição d&#8217;Ele, a Seu serviço? Uma decisão assim também causa sofrimento. Não pode ser de outra maneira. Mas, depois, tive a verdade: está certo! Sim, o Senhor me quer, por isso me dará também a força; Escutando-lhe, estando com Ele, chego a ser eu mesmo. Não conta a realização de meus próprios desejos, mas sim Sua vontade. Assim, a vida torna-se autêntica.</p>
<p>Como as raízes da árvore a mantém plantada firmemente na terra, assim os alicerces dão à casa uma estabilidade perdurável. Mediante a fé, estamos enraizados em Cristo (cf. Col 2, 7), assim como uma casa está construída sobre os alicerces. Na história sagrada, temos numerosos exemplos de santos que edificaram sua vida sobre a Palavra de Deus. O primeiro: Abraão. Nosso pai na fé obedeceu a Deus, que lhe pedia que deixasse a casa paterna para encaminhar-se a um país desconhecido. &#8220;Abraão creu em Deus e isto lhe foi tido em conta de justiça, e foi chamado amigo de Deus&#8221; (Tg 2, 23). Estar enraizados em Cristo significa responder concretamente ao chamado de Deus, confiando-se a Ele e colocando em prática Sua Palavra. Jesus mesmo repreende a seus discípulos: &#8220;Por que me chamais &#8216;Senhor, Senhor!&#8217; e não fazeis o que vos digo?&#8221; (Lc 6, 46). E recorrendo à imagem da construção da casa, complementa: &#8220;Todo aquele que vem a mim ouve as minhas palavras e as pratica [...] é semelhante ao homem que, edificando uma casa, cavou bem fundo e pôs os alicerces sobre a rocha. As águas transbordaram, precipitaram-se as torrentes contra aquela casa e não a puderam abalar, porque ela estava bem construída&#8221; (Lc 6, 47-48).</p>
<p>Queridos amigos, construí vossa casa sobre a rocha, como o homem que &#8220;cavou bem fundo&#8221;. Tentai também vós acolher a cada dia a Palavra de Cristo. Escutai-o como ao verdadeiro Amigo com quem compartilhar o caminho de vossa vida. Com Ele ao vosso lado, sereis capazes de afrontar com valentia e esperança as dificuldades, os problemas, também as desilusões e os fracassos. Continuamente apresentar-vos-ão propostas mais fáceis, mas vós mesmos percebereis que se revelam como enganosas, não dão serenidade nem alegria. Somente a Palavra de Deus mostra-nos o caminho autêntico, somente a fé que nos foi transmitida é a luz que ilumina o caminho. Acolhei com gratidão este dom espiritual que haveis recebido de vossas famílias e esforçai-vos para responder com responsabilidade ao chamado de Deus, convertendo-vos em adultos na fé. Não creiais nos que dizem que não necessitais dos outros para construir vossa vida. Apoiai-vos, ao contrário, na fé de vossos entes queridos, na fé da Igreja, e agradecei ao Senhor por tê-la recebido e tê-la feito vossa.<br />
3. Firmes na fé</p>
<p>Estai &#8220;enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé&#8221; (cf. Col 2, 7). A carta, da qual foi tirado esse convite, foi escrita por São Paulo para responder a uma necessidade concreta dos cristãos da cidade de Colossos. Aquela comunidade, de fato, estava ameaçada pela influência de certas tendências culturais da época, que afastavam os fiéis do Evangelho. Nosso contexto cultural, queridos jovens, tem numerosas analogias com o dos colossenses de então. Com efeito, há uma forte corrente de pensamento laicista que deseja afastar Deus da vida das pessoas e da sociedade, lançando as bases e tentando criar um &#8220;paraíso&#8221; sem Ele. Mas a existência ensina que o mundo sem Deus converte-se em um &#8220;inferno&#8221;, onde prevalece o egoísmo, as divisões nas famílias, o ódio entre as pessoas e os povos, a falta de amor, alegria e esperança. Ao contrário, quando as pessoas e os povos acolhem a presença de Deus, Lhe adoram em verdade e escutam Sua voz, constrói-se concretamente a civilização do amor, onde cada um é respeitado em sua dignidade e cresce a comunhão, com os frutos que isso implica. Há cristãos que se deixam seduzir pelo modo de pensar laicista, ou são atraídos por correntes religiosas que lhes afastam da fé em Jesus Cristo. Outros, sem deixar-se seduzir por elas, simplesmente deixaram que se esfriasse a sua fé, com as inevitáveis consequências negativas no plano moral.</p>
<p>O apóstolo Paulo recorda aos irmãos, contagiados pelas ideias contrárias ao Evangelho, o poder de Cristo morto e ressuscitado. Esse mistério é o fundamento de nossa vida, o centro da fé cristã. Todas as filosofias que o ignoram, considerando-o &#8220;loucura&#8221; (1 Co 1, 23), mostram seus limites antes as grandes perguntas presentes no coração do homem. Por isso, também eu, como Sucessor do apóstolo Pedro, desejo confirmar-vos na fé (cf. Lc 22, 32), Cremos firmemente que Jesus Cristo se entregou na Cruz para oferecer-nos Seu amor; em sua paixão, suportou nossos sofrimentos, carregou nossos pecados, alcançou-nos o perdão e reconciliou-nos com Deus Pai, abrindo-nos o caminho da vida eterna. Deste modo, fomos libertados do que mais paralisa nossa vida: a escravidão do pecado, e podemos amar a todos, inclusive aos inimigos, e compartilhar este amor com os irmãos mais pobres e em dificuldade.</p>
<p>Queridos amigos, a cruz geralmente provoca medo, porque parece ser a negação da vida. Na verdade, é o contrário. É o &#8220;sim&#8221; de Deus ao homem, a expressão máxima de seu amor e a fonte de onde emana a vida eterna. De fato, do coração de Jesus aberto na cruz brotou a vida divina, sempre disponível para quem aceita olhar ao Crucificado. Por isso, quero convidar-vos a acolher a cruz de Jesus, sinal do amor de Deus, como fonte de vida nova. Sem Cristo, morto e ressuscitado, não há salvação. Somente Ele pode libertar o mundo do mal e fazer crescer o Reino da justiça, paz e amor, ao que todos aspiramos.<br />
4. Crer em Jesus Cristo sem vê-Lo</p>
<p>No Evangelho, é-nos descrita a experiência de fé do apóstolo Tomé quando acolhe o mistério da cruz e ressurreição de Cristo. Tomé, um dos doze apóstolos, seguiu a Jesus, foi testemunha direta de suas curas e milagres, escutou suas palavras, viveu o espanto ante sua morte. Na tarde da Páscoa, o Senhor aparece aos discípulos, mas Tomé não está presente, e quando lhe contam que Jesus está vivo e apareceu a eles, diz: &#8220;Se não vir nas suas mãos o sinal dos pregos, e não puser o meu dedo no lugar dos pregos, e não introduzir a minha mão no seu lado, não acreditarei&#8221; (Jo 20, 25).</p>
<p>Também nós gostaríamos de poder ver a Jesus, poder falar com Ele, sentir mais intensamente ainda sua presença. Muitos hoje acham difícil ter acesso a Jesus. Muitas das imagens que circulam de Jesus, e que se fazem passar por científicas, lhe tiram sua grandeza e a singularidade de sua pessoa. Por isso, ao longo de meus anos de estudo e meditação, fui amadurecendo a ideia de transmitir em um livro algo de meu encontro pessoal com Jesus, para ajudar de alguma forma a ver, escutar e tocar ao Senhor, em quem Deus saiu ao nosso encontro para se deixar conhecer. De fato, Jesus mesmo, aparecendo novamente aos discípulos depois de oito dias, diz a Tomé: &#8220;Introduz aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado. Não sejas incrédulo, mas homem de fé&#8221; (Jo 20, 27). Também para nós é possível ter um contato sensível com Jesus, colocar, por assim dizer, a mão nos sinais de Sua Paixão, os sinais de seu amor. Nos Sacramentos, Ele vem até nós de uma forma particular, entrega-se a nós. Queridos jovens, aprendei a &#8220;ver&#8221;, a &#8220;encontrar&#8221; a Jesus na Eucaristia, onde está presente e próximo até entregar-se como alimento para nosso caminho; no Sacramento da Penitência, onde o Senhor manifesta sua misericórdia oferecendo-nos sempre seu perdão. Reconhecei e servi a Jesus também nos pobres e enfermos, nos irmãos que estão em dificuldade e necessitam de ajuda.</p>
<p>Iniciai e cultivai um diálogo pessoal com Jesus Cristo, na fé. Conhecei-O mediante a leitura dos Evangelhos e do Catecismo da Igreja Católica; falai com Ele na oração, confiai n&#8217;Ele. Nunca vos trairá. &#8220;A fé é, antes de tudo, uma adesão pessoal do homem a Deus; é, ao mesmo tempo e inseparavelmente, o assentimento livre a toda a verdade que Deus revelou&#8221; (Catecismo da Igreja Católica, 150). Assim, podereis adquirir uma fé madura, sólida, que não se funda unicamente em um sentimento religioso ou em uma vaga recordação do catecismo de vossa infância. Podereis conhecer a Deus e viver autenticamente d&#8217;Ele, como o apóstolo Tomé, quanto professou abertamente sua fé em Jesus: &#8220;Meu Senhor e meu Deus&#8221;.<br />
5. Sustentados pela fé da Igreja, para ser testemunhas</p>
<p>Naquele momento, Jesus exclama: &#8220;Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!&#8221; (Jo 20, 29). Pensava no caminho da Igreja, fundada sobre a fé das testemunhas oculares: os Apóstolos. Compreendemos agora que nossa fé pessoal em Cristo, nascida do diálogo com Ele, está vinculada à fé da Igreja: não somos crentes isolados, mas sim, mediante o Batismo, somos membros desta grande família, e é a fé professada pela Igreja que assegura nossa fé pessoal. O Credo que proclamamos a cada domingo na Eucaristia protege-nos precisamente do perigo de crer em um Deus que não é o que Jesus nos revelou: &#8220;Cada crente é, assim, um elo na grande cadeia dos crentes. Não posso crer sem ser amparado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo também para amparar os outros na fé&#8221; (Catecismo da Igreja Católica, 166). Agradeçamos sempre ao Senhor pelo dom da Igreja; ela nos faz progredir com segurança na fé, que nos dá a verdadeira vida (cf. Jo 20, 31).</p>
<p>Na história da Igreja, os santos e mártires tiraram da cruz gloriosa a força para serem fiéis a Deus até a entrega de si mesmos; na fé, encontraram a força para vencer as próprias debilidades e superar toda a adversidade. De fato, como diz o apóstolo João: &#8220;Quem é o vencedor do mundo senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?&#8221; (1 Jo 5, 5). A vitória que nasce da fé é a do amor. Quantos cristãos foram e são um testemunho vivo da força da fé que se expressa na caridade. Foram artífices da paz, promotores da justiça, animadores de um mundo mais humano, um mundo segundo Deus; comprometeram-se em diferentes âmbitos da vida social, com competência e profissionalismo, contribuindo eficazmente para o bem de todos. A caridade que brota da fé lhes levou a dar um testemunho muito concreto, com a palavra e as obras. Cristo não é um bem somente para nós mesmos, mas é o bem mais precioso que temos para compartilhar com os demais. Na era da globalização, sejais testemunhas da esperança cristã no mundo todo: são muitos os que desejam receber esta esperança. Ante o sepulcro do amigo lázaro, morto há quatro dias, Jesus, antes de voltar a chamá-lo a vida, diz a sua irmã Marta: &#8220;Se credes, vereis a glória de Deus&#8221; (Jo 11, 40). Também, vós, se credes, se souberdes viver e dar, a cada dia, testemunho de vossa fé, sereis um instrumento que ajudará a outros jovens como vós a encontrar o sentido e a alegria da vida, que nasce do encontro com Cristo.<br />
6. Rumo à Jornada Mundial de Madri</p>
<p>Queridos amigos, vos reitero o convite a participar da Jornada Mundial da Juventude em Madri. Com profunda alegria, espero a cada um pessoalmente, Cristo quer assegurar-vos na fé por meio da Igreja. A escolha de crer em Deus e segui-Lo não é fácil. Vê-se obstaculizada por nossas infidelidades pessoais e por muitas vozes que nos sugerem vias mais fáceis. Não vos desanimeis, buscai o apoio da comunidade cristã, o apoio da Igreja. Ao longo deste ano, preparai-vos intensamente para o encontro de Madri com vossos bispos, sacerdotes e responsáveis da pastoral juvenil nas dioceses, nas comunidades paroquiais, nas associações e movimentos. A qualidade de nosso encontro dependerá, sobretudo, da preparação espiritual, da oração, da escuta em comum da Palavra de Deus e do apoio recíproco.</p>
<p>Queridos jovens, a Igreja conta convosco. Necessita de vossa fé viva, vossa caridade criativa e o dinamismo de vossa esperança. Vossa presença renova a Igreja, rejuvenesce-a e lhe dá um novo impulso. Por isso, as Jornadas Mundiais da Juventude são uma graça não somente para vós, mas para todo o Povo de Deus. A Igreja na Espanha está preparando-se intensamente para acolher-vos e viver a experiência gozosa da fé. Agradeço às dioceses, paróquias, santuários, comunidades religiosas, associações e movimentos eclesiais que estão trabalhando com generosidade na preparação deste evento. O Senhor não deixará de abençoá-los. Que a Virgem Maria acompanhe este caminho de preparação. Ela, no anúncio do Anjo, acolheu com fé a Palavra de Deus; com fé consentiu que a obra de Deus se cumprisse nele. Pronunciando seu &#8220;fiat&#8221;, recebeu o dom de uma caridade imensa, que a impulsionou a se entregar inteiramente a Deus. Que Ela interceda por todos vós, para que na próxima Jornada Mundial possais crescer na fé e no amor. Asseguro-vos minha recordação paterna na oração e vos bendigo de coração.</p>
<p>Dado no Vaticano, aos 6 de agosto de 2010, Festa da Transfiguração do Senhor.</p>
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		<title>Mês da Bília</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 14:56:59 +0000</pubDate>
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“Levanta-te e vai à grande cidade” (Jn, 1,2)
Setembro é o mês da Bíblia. Esta iniciativa surgiu há 39 anos na Arquidiocese de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: cnbb.org.br</p>
<p>“Levanta-te e vai à grande cidade” (Jn, 1,2)</p>
<p>Setembro é o mês da Bíblia. Esta iniciativa surgiu há 39 anos na Arquidiocese de Belo Horizonte e, logo em seguida, foi lançada e aceita em toda a Igreja do Brasil. Começou-se, então, a dar maior atenção à Bíblia, com estudos, refle-xões e orações.</p>
<p>O Documento de Aparecida destaca esta prática no Caminho de Formação dos Discípulos Missionários. Bento XVI propõe: “Ao iniciar a nova etapa que a Igreja missionária da América Latina e do Caribe se dispõe a empreender, a partir desta V Conferência em Aparecida, é condição indispensável o conheci-mento profundo e vivencial da Palavra de Deus. Por isso, é necessário educar o povo na leitura e na meditação da Palavra: que ela se converta em seu ali-mento para que, por experiência própria, vejam que as palavras de Jesus são espírito e vida (cf. Jo 6,63 – Dap, 247).</p>
<p>Entre as várias formas de aproximação à Bíblia, está a Leitura Orante da Bí-blia, também chamada de Lectio Divina.  “Esta leitura orante, bem praticada, conduz ao encontro com Jesus – Mestre, ao conhecimento do Jesus &#8211; Messias, à comunhão com Jesus-Filho de Deus e ao testemunho de Jesus &#8211; Senhor do Universo. Com seus quatro momentos (leitura, meditação, oração e contempla-ção), a leitura orante favorece o encontro pessoal com Jesus Cristo, semelhan-te ao modo de tantos personagens do Evangelho: Nicodemos (Jo, 3, 1-21); a Samaritana (Jo, 4, 1-42), o cego de nascimento (Jo 9) e Zaqueu (Lc, 9, 1-10)” (Dap, 249).</p>
<p>A Comissão Episcopal para a Animação Bíblico Catequética, juntamente com o Grupo de Reflexão Bíblica Nacional da CNBB, dando destaque ao mandato missionário de todo o cristão em conseqüência de seu Batismo, está propondo para o mês da Bíblia 2010, o estudo e a meditação do Livro de Jonas com destaque para a evangelização e a missão na cidade.</p>
<p>“E veio a Palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo: “LEVANTA-TE, VAI À GRANDE CIDADE DE NÍNIVE E CLAMA CONTRA ELA, PORQUE A SUA MALÍCIA SUBIU ATÉ MIM” (Jn, 1, 1-2). Era uma ordem de Deus a seu Profeta! Ele que acreditava no Senhor não tinha outra coisa a fazer senão obedecer, partir! Mesmo com os temores naturais se ele fosse ou não aceito, se fosse ridicularizado, expulso&#8230; ou até martirizado!</p>
<p>E aqui começa o drama de Jonas! Parte, sim! Vai até o porto, compra uma passagem&#8230; mas não para Nínive, e sim para Társis “para fugir diante da face do SENHOR” (Jn, 1,3). Em resumo: a viagem fracassa; surge uma grande e inesperada tempestade. Os marinheiros percebem tratar-se de um castigo divi-no dirigido contra alguém, que viajava no barco. Tiraram a sorte para saber quem seria jogado ao mar. A sorte caiu sobre Jonas, que confessou tudo. Foi jogado ao mar. E um grande peixe o engoliu, onde ficou por três dias e depois o vomitou na praia do mar.</p>
<p>Aí, então, obedeceu a Deus. “E veio a palavra do Senhor segunda vez a Jonas dizendo: “Levanta-te e vai à grande cidade de Nínive, e prega contra ela a pre-gação que eu te disse. E levantou-se Jonas e foi a Nínive&#8230; (Jn, 3, 1-3). Esta era uma grande cidade. E Jonas foi caminhando e anunciando: “Dentro de qua-renta dias Nínive será destruída” (Jn, 3,4). E o Povo foi acreditando em sua pregação. Começou a fazer penitência. O rei também acreditou e se arrepen-deu. E decretou: “Cada um deverá voltar atrás de seus caminhos perversos e deixar de praticar todo o tipo de opressão. Quem sabe, assim, Deus volta atrás, tem compaixão, revoga o ardor de sua ira e nós deixamos de ser destruí-dos?”(Jn, 3, 8-9). Deus viu o que eles fizeram e como voltaram atrás de seus caminhos perversos. Compadecido, desistiu do mal que tinha ameaçado. Nada fez” (Jn, 3,10).</p>
<p>Jonas ficou desgostoso do final de sua pregação, pois ele queria o castigo dos maus. Mas Deus ainda lhe faz ver como é seu modo de agir: “E eu não terei pena de Nínive, esta enorme cidade de mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem distinguir entre a direita e a esquerda, além de tantos animais?”</p>
<p>Assim termina o livro de Jonas, que é uma exortação à conversão e à miseri-córdia, de que tanto precisava Jonas e nós também. O povo e os cristãos atu-ais, os habitantes de nossas cidades, devem deixar-se corrigir pela Palavra inspirada, santa e perfeita, útil para exortar e para “discernir os propósitos do coração” (Hb, 4, 12).</p>
<p>Em pleno ano missionário, que nossa Diocese de Santos esteja em Missão Permanente, com a Palavra de Deus na mão: “ESCUTA, SEGUE E ANUNCI-A”. COM NOSSA SENHORA DO MONTE SERRAT, CAMINHEMOS EM MIS-SÃO COM JESUS – em todas as nossas cidades.</p>
<p>Dom Jacyr Francisco Braido</p>
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		<title>Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:40:21 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: cnbb.org.br</p>
<p>Ainda estão abertas as inscrições para o Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos (EBRUC), que acontecerá na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, campus Betim, em Belo Horizonte, dos dias 9 a 11 de outubro. As inscrições seguem até o dia 19 de setembro, no blog da EBRUC na internet (<a href="http://ebruc2010.blogspot.com">http://ebruc2010.blogspot.com</a>).</p>
<p>O arcebispo de Sorocaba (SP), dom Eduardo Benes de Sales, que é bispo referencial do Setor Universidades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), enviou uma mensagens aos jovens, pedindo o empenho e a participação no evento. “Querido jovem universitário, sua presença no Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos é importante. A juventude universitária espera receber de você o anúncio de Jesus Cristo. Outro nome não existe que possa significar salvação e vida para seus irmãos de juventude. Você, que fez a experiência do encontro com Cristo, caminho, verdade e vida, como os primeiros discípulos, deve anunciar Jesus e construir com outros uma pequena comunidade de seguidores, cujo testemunho possa modificar pela força do Evangelho. Venha participar de nosso encontro, e que Deus o abençoe e lhe conceda alegria que o mundo jamais poderá dar”.</p>
<p>Segundo a assessora do Setor Universidades, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que é a idealizadora e organizadora do EBRUC, irmã Maria Eugênia Lloris Aguado, a importância para o Setor Universidades é assegurar a representatividade dos jovens de todo o Brasil. “Este encontro é uma iniciativa a mais para abrir os caminhos de uma rede de universitários de acordo com as diversidades”, afirmou irmã Eugênia.</p>
<p>O encontro promete uma diversidade de linguagem, com jovens envolvidos com internet, skate, música, esportes radicais e outros. “É importante que a juventude cristã se aproxime cada vez mais, em busca de sentido, felicidade e realização na vida, mas por caminhos novos, orientados pela Palavra”, afirmou a assessora do Setor Universidades.</p>
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		<title>Mês da Bíblia 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 21:01:36 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: cnbb.org.br</p>
<p>O mês de setembro se tornou o mês referência para o estudo e a contemplação da Palavra de Deus, tornando-se em todo o Brasil, desde 1971, o Mês da Bíblia. Desde o Concílio Vaticano II, convocado em dezembro de 1961, pelo papa João XXIII, a Bíblia ocupou espaço privilegiado na família, nos círculos bíblicos, na catequese, nos grupos de reflexão, nas comunidades eclesiais.</p>
<p>Este ano, 2010, será o 39º ano que a Igreja celebra o Mês da Bíblia. A celebração surgiu em 1971, por ocasião do cinquentenário da arquidiocese de Belo Horizonte (MG), e logo em seguida, a proposta foi lançada e aceita por toda a Igreja no Brasil.</p>
<p>A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), juntamente com o Grupo de Reflexão Bíblica Nacional (GREBIN), dando continuidade à 12ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (2008), propôs para o Mês da Bíblia deste ano o estudo do livro de Jonas, com destaque para a evangelização e a missão na cidade.</p>
<p>“Ele [livro de Jonas] tem como objetivo principal ajudar o povo a cumprir o anseio do último Sínodo (2008) que destacou o mandato missionário de todo cristão como consequência do Batismo. Acrescenta-se a isso o fato do documento de Aparecida também destacar o valor do mandato missionário. Outras motivações contribuíram para a escolha do livro de Jonas: a Campanha da Fraternidade Ecumênica e o Ano Paulino, que refletiram sobre a evangelização do mundo urbano. Através do livro de Jonas, Deus faz o mesmo apelo aos cristãos de hoje: ‘Levanta-te e vai à grande cidade’ (Jn 1,2) para denunciar as injustiças e proclamar a sua misericórdia”, destacou o bispo da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, dom Jacinto Bergmann.</p>
<p>Para a assessora da Comissão Bíblico-catequética, Maria Cecília Rover, responsável pela parte bíblica da Comissão, o Documento de Aparecida trata o caminho de formação dos discípulos missionários, principalmente apontando para o texto escolhido para o Mês da Bíblia 2010. “O Documento de Aparecida nos alerta para as muitas formas de nos aproximarmos da Sagrada Escritura, e destaco a Leitura Orante como a maneira privilegiada. No Livro de Jonas, ele nos ensina a não temermos os grandes desafios, levando o Evangelho a todas as direções que seguirmos. Este é o grande auxílio que vejo com o Mês da Bíblia, ele mobiliza a sociedade em torno de um tema específico, fortalecendo a comunhão social e despertando o ardor missionário de cada cristão”.</p>
<p>Este ano, a novidade fica por conta do livreto, em forma de leitura orante, confeccionado pelo GREBIN, e nele consta quatro leituras sobre o livro de Jonas. Além do livro, há o cartaz e o texto-base. Os materiais podem ser adquiridos pelas Edições CNBB, no endereço <a href="http://www.edicoescnbb.com.br/">www.edicoescnbb.com.br</a></p>
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		<title>Livro de entrevistas com Bento XVI</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:28:06 +0000</pubDate>
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com Bollettino della Sala Stampa della Santa Sede
(tradução de CN Notícias)
Um livro de entrevistas com o Papa Bento...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Leonardo Meira Da Redação,<br />
com Bollettino della Sala Stampa della Santa Sede<br />
(tradução de CN Notícias)</p>
<p>Um livro de entrevistas com o Papa Bento XVI será lançado até o final deste ano. É o que revelou o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, em uma declaração divulgada nesta terça-feira, 31.</p>
<p>Confira a nota na íntegra</p>
<p>Na semana de 26 a 31 de julho, em Castel Gandolfo, o Santo Padre concedeu ao jornalista alemão Peter Seewald uma série de conversações, respondendo às suas perguntas sobre diversos temas, analogamente como já havia feito duas vezes no passado, com o mesmo jornalista, quando o Cardeal Joseph Ratzinger era prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. As conversações foram desenvolvidas em língua alemã.</p>
<p>A publicação do volume está prevista para muito em breve (antes do fim deste ano) em italiano e alemão, e, se possível, também em outras línguas. Como se observa, os direitos relativos às publicações do Santo Padre são de propriedade da Libreria Editrice Vaticana, que publicará também a edição italiana.</p>
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		<title>Pastoral da Juventude</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 19:34:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desde o dia 17 de junho estão abertas as inscrições para o 1° Festival Nacional de Música e Poesia “A Cor da Juventude”, promovido pela...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o dia 17 de junho estão abertas as inscrições para o 1° Festival Nacional de Música e Poesia “A Cor da Juventude”, promovido pela Pastoral da Juventude (PJ).</p>
<p>O dia 26 de agosto (quinta-feira) foi escolhido como o dia “D” de Mobilização do Festival.</p>
<p>O concurso é aberto para qualquer pessoa, grupo ou banda que defenda o direito à vida da juventude. Para participar é preciso fazer um cadastro no site do Festival e gravar um vídeo com a execução de sua música ou declamação da poesia com o tema “Chega de Violência e Extermínio de Jovens”.</p>
<p>As inscrições encerram no dia 05 de setembro. Jovens de todo o Brasil estão participando.</p>
<p>Outras Informações acesse <a href="http://www.acordajuventude.com.br/regulamento.htm">www.acordajuventude.com.br/regulamento.htm</a> ou pelo e-mail <a href="mailto:faleconosco@ACorDaJuventude.com.br">faleconosco@ACorDaJuventude.com.br</a></p>
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		<title>Diáconos on line</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:48:49 +0000</pubDate>
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Click no link abaixo
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: cnd.org.br</p>
<p>Click no link abaixo<br />
<a href="http://www.cnd.org.br/jornal/DiaconosOnLine-049.pdf">http://www.cnd.org.br/jornal/DiaconosOnLine-049.pdf</a></p>
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		<title>O apelo de Jesus á humildade</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:30:37 +0000</pubDate>
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Bento XVI recordou com afecto particular os mineiros presos há três semanas na mina de Copiapo, norte do Chile. A propósito da próxima...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: radiovaticana.org.br</p>
<p>Bento XVI recordou com afecto particular os mineiros presos há três semanas na mina de Copiapo, norte do Chile. A propósito da próxima jornada para a salvaguarda da criação, salienta que não pode haver paz sem respeito pelo ambiente</p>
<p>Olhar para Cristo como modelo de humildade e de gratuidade. Este o convite dirigido pelo Papa Bento XVI aos milhares de pessoas congregadas neste domingo ao meio dia no pátio interno do palácio apostólico de Castelgandolfo para a recitação da oração mariana do Angelus. O Santo Padre comentava o trecho do Evangelho do dia e a parábola na qual Jesus , convida, num banquete de núpcias a sentar-se no ultimo lugar.<br />
O ultimo lugar – disse Bento XVI &#8211; pode de facto representar a condição da humanidade degradada pelo pecado, condição da qual somente a incarnação do Filho unigénito a pode levantar. Por isso o próprio Cristo &#8211; acrescentou o Papa citando a sua encíclica “Caritas in veritate” ocupou o ultimo lugar no mundo – a cruz – e precisamente com esta humildade radical redimiu-nos e ajuda-nos constantemente.<br />
Segundo Bento XVI, de Jesus aprendemos a paciência nas tentações, a mansidão nas ofensas, a obediência a Deus na dor, á espera que Aquele que nos convidou nos diga : “amigo, sobe mais para cima”; o verdadeiro bem, de facto – concluiu – é estar perto dele.<br />
Depois da recitação do Angelus o Papa recordou que na próxima quarta feira 1 de Setembro se celebra na Itália a jornada para a salvaguarda da criação, promovida pela conferencia episcopal italiana, e que é importante também no plano ecuménico:<br />
Este ano recorda-nos que não pode haver paz sem respeito pelo ambiente. De facto temos o dever de entregar a terra ás novas gerações num estado tal que também elas possam habitá-la dignamente e a possam conservar ulteriormente. Que o Senhor nos ajude nesta tarefa.</p>
<p>Na saudação em língua espanhola Bento XVI quis recordar com afecto particular os 33 mineiros presos há três semanas na mina de Copiapo, norte do Chile.<br />
A eles e aos seus familiares, o Papa encomendou-os á intercessão de S. Lourenço assegurando-lhes a sua proximidade espiritual e as suas continuas orações para que mantenham a serenidade na expectativa de uma feliz conclusão dos trabalhos que estão a ser efectuados para se chegar ao seu resgate. O Santo Padre convidou a todos a acolher a Palavra de Cristo para crescer na fé, humildade e generosidade. E concluiu com estas palavras.” Feliz Domingo”</p>
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